Sexta-feira, dia 24 de Novembro de 2017 - Agência de Notícias da cidade Portal do Pantanal
EVENTOS
SOCIAL
ANIVERSÁRIOS
LAZER
13/11/2017 - 15:00
Estudante que matou advogada no trânsito apagou remotamente dados de iPhone
Polícia tenta agora recuperar dados do celular do acadêmico de medicina
 
 
 
Após o acidente que acabou na morte da advogada Carolina Albuquerque, no dia 2 de novembro, a polícia tenta recuperar o histórico das chamadas e ligações feitas no dia do acidente, que foram apagadas remotamente pelo acadêmico.

O delegado que cuida do caso Geraldo Marim disse ao Jornal Midiamax que agora tenta recuperar o histórico do celular, que foi apagado remotamente por João Pedro Miranda, de 23 anos. “Esperamos agora recuperar o histórico para saber com quem ele falou no dia do acidente”, fala Marim, que ainda disse esperar pelos resultados dos laudos.

Ainda de acordo com o delegado os policiais e atendentes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) que fizeram o socorro no dia do acidente serão chamados para depor, assim como, o irmão do estudante que estava com ele na camionete Nissan Frontier.

João Pedro Miranda de 23 anos irá ser indiciado por homicídio doloso. Ele deixou a cadeia no dia 6 deste mês, após pagar uma fiança de R$ 50 mil, e colocar uma tornozeleira eletrônica para seu monitoramento.

Ele também teve de entregar o passaporte, e sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação) foi suspensa, como também não pode deixar a cidade sem permissão e ainda terá de se apresentar mensalmente à Justiça.

O acidente
O acidente que terminou na morte da advogada aconteceu na madrugada de quinta-feira (2), na Avenida Afonso Pena em frente ao Shopping Campo Grande. A advogada teria passado o sinal vermelho depois da meia noite, sendo atingida pela camionete do estudante.

Com o impacto, o carro de Carolina foi arrastado por aproximadamente 100 metros. Ela morreu no local. O filho da advogada, de 3 anos, teve fratura na clavícula e ficou quatro dias internado na Santa Casa de Campo Grande.

Após dois dias foragido, João Pedro se entregou e teria dito ao delegado que não estava bêbado e que dirigia no máximo a 70 km/h.

João Pedro afirmou que fugiu do local do acidente porque teria sido ameaçado e chamado de assassino por testemunhas que estavam no local, porém, a versão do suspeito é contestada.

Fraude Processual
João Pedro ainda pode responder por fraude processual de um acidente ocorrido no início do ano em que o pai do estudante teria ‘assumido’ a culpa. O acidente teria acontecido na rotatória da Avenida Tamandaré e Euler de Azevedo.

Segundo a delegada Cristiane Grossi de Araújo da 7º delegacia de polícia, as investigações sobre uma possível fraude serão feitas e não há dia para que o pai de João Pedro seja ouvido para esclarecimentos do caso.
Midiamax
 
Curtiu o Aquidauana News?
Mais notícias
 
13 de Novembro de 2017
07:30
 
 
07:15
 
 
 
12 de Novembro de 2017
13:00
 
 
 
 
 
 
12:15
 
 
12:00
 
 
 
 
 
 
11:15
 
 
11:00
 
 
 
 
10:30
 
 
 
 
10:00
 
 
09:45
 
 
09:30
 
 
09:15
 
 
09:00
 
 
08:45
 
 
08:30
 
 
08:15
 
 
08:00
 Busca por data:
Aquidauana News - Junho de 2002 - Todos os direitos reservados CW Assessoria e Marketing
Editor Responsável - Wilson de Carvalho - (67) 9908-2687 - ducarvalho@terra.com.br