Quarta-feira, dia 26 de Julho de 2017 - Agência de Notícias da cidade Portal do Pantanal
EVENTOS
SOCIAL
ANIVERSÁRIOS
LAZER
15/02/2017 - 17:00
Fraude em pesquisas teria repassado R$ 1,7 milhão a mulher e família de MS
 
 
 
Dos R$ 7,5 milhões que teriam sido desviados da UFPR (Universidade Federal do Paraná) em esquema de concessão de bolsas de pesquisa para pessoas sem vínculo com a instituição, R$ 1,7 milhão beneficiaram os quatro presos em Mato Grosso do Sul, segundo a Polícia Federal. Só uma família, de Campo Grande, teria recebido R$ 1,6 milhão dos recursos ilícitos.

Mãe e dois filhos tiveram a prisão temporária decretada e foram encaminhados para a sede da PF (Polícia Federal) na Capital na manhã desta quarta-feira (15).

Boa parte dos beneficiários do esquema, conforme a PF do Paraná, que comanda a Operação Research (pesquisa, em inglês), fazia parte do “círculo de amizades” da secretária da Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento da UFPR, Tânia Márcia Catapan, e da chefe do setor de Orçamento e Finanças do mesmo setor, Conceição Abadia de Abreu Mendonça.

Este é o caso da família presa em Campo Grande. A PF não divulgou qual o envolvimento de uma mulher, presa em Maracaju – a 160 km da Capital – com as líderes do esquema. Ela, entretanto, teria recebido R$ 158 mil em recursos destinados a bolsa de pesquisas da UFPR mesmo sendo beneficiária do Bolsa Família.

Tânia e Conceição também foram presas na manhã desta quarta-feira (15), durante a Operação Research. Elas foram afastadas dos cargos.

Além dos mandados de prisão, dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campo Grande e em Maracaju, conforme a assessoria de comunicação da PF do Paraná.

Investigação – A fraude ocorria na seção de controle e execução orçamentária da UFPR, chefiada por Conceição Mendonça. Conforme divulgou o Jornal Hoje, ela foi a responsável por assinar 234 processos de pagamento, que somaram os R$ 7 milhões. Segundo a investigação, esses valores foram pagos entre os anos de 2013 e 2016 a 27 pessoas que não tinham vínculo com a universidade.

A investigação conduzida pela Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União, apurou que alguns dos beneficiários do esquema sequer tinham nível superior.

“Estamos chocados com a forma grosseira em que a fraude era aplicada no âmbito da universidade. Os beneficiários eram pessoas que exerciam profissão de autônomo como cabeleireiro, artesão, taxista, pizzaiolo, assistente administrativo e atendente de loja, entre outras”, disse pela manhã o delegado da PF do Paraná, Felipe Hayashi.

A universidade divulgou nota afirmando que abriu sindicância para apurar internamente a situação.
Campo Grande News
 
Curtiu o Aquidauana News?
Mais notícias
 
15 de Fevereiro de 2017
07:15
 
 
07:00
 
14 de Fevereiro de 2017
18:00
 
 
17:45
 
 
17:30
 
 
17:15
 
 
17:00
 
 
16:45
 
 
16:30
 
 
16:15
 
 
16:00
 
 
15:45
 
 
15:30
 
 
15:15
 
 
15:00
 
 
14:45
 
 
14:30
 
 
14:15
 
 
14:00
 
 
13:45
 
 
13:30
 
 
13:15
 
 
13:00
 
 
12:45
 
 
12:30
 
 
12:15
 
 
12:00
 
 
 
 
11:30
 
 
11:15
 
 
11:00
 
 
10:50
 
 
10:39
 
 
10:26
 
 
10:13
 
 
10:00
 
 
09:45
 
 
09:30
 
 
09:15
 
 
 
 
08:50
 
 
08:39
 
 
08:26
 
 
 
 
08:00
 
 
07:45
 
 
07:30
 
 
07:15
 
 
07:00
 Busca por data:
Aquidauana News - Junho de 2002 - Todos os direitos reservados CW Assessoria e Marketing
Editor Responsável - Wilson de Carvalho - (67) 9908-2687 - ducarvalho@terra.com.br