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13/09/2017 - 09:13
CNJ colhe depoimentos de envolvidos no caso do filho da desembargadora
São juízes auxiliares que foram enviados de Brasília e fazem parte da corregedoria do CNJ
 
 
 
O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) enviou representantes a Mato Grosso do Sul para investigar o caso Breno Borges, filho da desembargadora Tânia Borges, presidente do TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral). Ele conseguiu a transferência de um presídio para uma clínica psiquiátrica.

São juízes auxiliares que foram enviados de Brasília e fazem parte da corregedoria do CNJ. Eles foram para Mato Grosso do Sul para ouvir depoimentos de envolvidos no caso: os dois juízes de primeira instância que determinaram a prisão de Breno e o diretor do presídio em Três Lagoas onde Breno estava preso antes da desembargadora Tânia Borges ir até a cadeia para libertá-lo e levá-lo à clínica psiquiátrica no interior de São Paulo.

Os representantes do CNJ também pediram imagens das câmeras de segurança do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), para saber se pouco tempo antes da decisão que determinou a transferência de Breno, a desembargadora teve contato com os colegas, os desembargadores Ruy Celso Barbosa Florence e José Ale Ahmad Netto, responsáveis por essa transferência.

Tudo isso vai gerar um relatório que vai ser entregue ao corregedor nacional de Justiça e depois deve ser submetida à votação no plenário do CNJ com pedido de afastamento da desembargadora. Esse pedido foi feito pela OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul).

O Ministério Público ofereceu denúncia contra Breno Borges no caso da participação dele no plano de fuga de um traficante. Esse processo ainda estava na esfera policial, mas o inquérito já estava concluído. Se a Justiça aceitar essa denúncia, ele passa de investigado para acusado por esse caso.

Breno Borges cumpre prisão em uma clínica médica no interior de São Paulo desde o dia 21 de julho, quando o desembargador José Ale Ahmad Netto concedeu liminar para Breno deixar o presídio de Três Lagoas, onde estava preso desde abril ao ser flagrado com 129 quilos de maconha, 270 munições e uma arma sem autorização.

O juiz Idail de Toni Filho, da comarca de Água Clara, determinou a suspensão do processo de Breno até a conclusão do laudo de insanidade mental.

No dia 31 de agosto, a namorada de Breno foi presa pela segunda vez este ano. A primeira foi com Breno, em abril, em Água Clara. Os dois transportavam em um carro 129,9 quilos de maconha e 200 munições de fuzil. Segundo a Polícia Federal, a jovem também estaria envolvida, junto de Breno e outras pessoas, de tentativa de resgate de um preso em Campo Grande.
Conjuntura Online Com G1.
 
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